Fotografo: Da Assessoria
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Em visita às obras no final de junho deste ano, o parlamentar socialista afirma que foi possível constatar o descaso para com o recurso público

A fim de debater a retomada das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), a Câmara Municipal de Cuiabá, em parceira com a Câmara de Várzea Grande, realiza nesta sexta-feira (23) a partir das 8h30, uma audiência pública na Praça Luís de Albuquerque, localizada na Orla do Porto.
 
O objetivo é de possibilitar um amplo debate sobre a situação das obras— que se encontram paralisadas desde 2014. Para tanto, os Legislativos contarão com a participação de representantes do Governo do Estado, Executivos de Cuiabá e Várzea Grande, representante do Consórcio VLT, e principalmente da sociedade civil organizada, que é a mais atingida. 
 
 “Com essas ações nós pretendemos buscar uma medida enérgica com o intuito de garantir a continuidade das obras de implantação do novo modal de transporte”, falou o presidente do Legislativo Cuiabano, vereador Misael Galvão (PSB).
 
Em visita às obras no final de junho deste ano, o parlamentar socialista afirma que foi possível constatar o descaso para com o recurso público. 
 
“Todo dinheiro que já foi gasto está em meio ao matagal, ferrugem, correndo risco de não poder ser mais utilizado. Falo das estruturas que já foram instaladas. É um descaso com o dinheiro público. Não podemos aguardar uma solução enquanto quem paga o preço pela situação é a população que representamos”, finalizou Misael.
 
Diante disso, o presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador ábio José Tardin, o Fabinho (DEM), explica que a intenção dos parlamentares é ajudar ao “Governo de Mato Grosso encontrar uma solução ao imbróglio”.
 
“Os locais onde estão os trilhos do VLT em Várzea Grande foram transformados em um verdadeiro cemitério de comércios. Vidas foram ceifadas na avenida da FEB. Com essa obra paralisada desde 2012, o Estado desembolsou mais de um bilhão. Nessa sessão conjunta, espero ajudar o Governo de Mato Grosso encontrar uma solução ao imbróglio que afeta as duas cidades”, destacou.
 
Kamila Arruda | Câmara Municipal de Cuiabá