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Várzea Grande(DF), Domingo, 29 de Novembro de 2020 - 16:48
06/11/2020 as 09:46:21 | Por R7 | 371
Reviravolta na Geórgia põe Biden à frente de Trump e pode definir pleito
Com 99% das projeções no estado, democrata tem menos de mil votos de vantagem e pode conquistar 16 delegados. Assim, iria a 280 e levaria disputa
Fotografo: Montagem/R7 - Tom Brenner/Reuters
Disputa entre candidatos segue acirrada na corrida eleitoral dos Estados Unidos

Uma reviravolta na manhã desta sexta-feira (6) nas projeções de votação da Geórgia, um dos estados-chave para as eleições americanas, indica que o candidato democrata à Presidência, Joe Biden, está menos de mil votos à frente do candidato republicano ao posto, Donald Trump. A votação ainda não acabou.
 
Até agora, a estimativa da AP (Associated Press) indica 99% dos votos contabilizados, com 49,39% para Biden e 49,37% para Trump. São 2.449.371 votos para Biden contra 2.448.454 para o republicano.
 
Com a virada, Biden pode conquistar os 16 votos eleitorais da Geórgia, e o Arizona se tornará decisivo na definição do futuro presidente da maior economia do mundo. Para vencer o pleito, é necessário conquistar 270 delegados no colégio eleitoral, placar que Biden superaria com as vitórias na Geórgia e no Arizona.
 
Apesar de alguns veículos de imprensa já atribuírem a vitória de Biden no Arizona, a disputa segue aberta no Estado que tem 90% das urnas apurada e menos de 50 mil votos de diferença entre Trump e Biden - o democrata tem essa vantagem agora.
 
Ainda assim, mesmo se perder no Arizona, vencendo a Geórgia, Biden precisaria vencer em apenas mais um dos cinco outros Estados ainda indefinidos para chegar à Casa Branca.
 
Resta ainda finalizar a apuração dos votos em Nevada, que tem liderança temporária de Biden. Trump, por sua vez, aparece na frente na Pensilvânia e na Carolina do Norte.
 
Trump toma medidas
 
Com o aumento da possibilidade de virada de Biden em Estados decisivos com a apuração de votos feitos pelos correios, Trump afirmou na noite desta quinta-feira (5) que votos "ilegais" estão sendo contados.
 
O presidente voltou a defender a série de medidas judiciais que sua campanha vem utilizando para recontagem de votos ou a paralisação da apuração, como fez em Nevada, Geórgia, Michigan, Carolina do Norte e Pensilvânia. No entanto, vários desses pedidos não foram aceitos pela primeira instância.




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