Fotografo: Reprodução/Facebook
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Publicação compartilhadas nas redes sociais alertando sobre o jovem.

 
Moradores da Vila Ipojuca, na Zona Oeste de São Paulo, compartilharam nas redes sociais frames de imagens de câmeras de segurança de um jovem que foi visto rondando a região e supostamente tirando fotos das casas para praticar possíveis roubos. Eles relataram o fato à polícia e descobriram que não se tratava de um potencial criminoso, mas sim de um jogador de Pokémon Go.
 
“Essa informação que foi viralizada nas redes sociais, chegou para nós como sendo um indivíduo em atitude suspeita que estaria batendo fotos ou filmando casas na região da Lapa para a prática de um possível delito e aí nós o identificamos e esclarecemos que, na verdade, não era uma questão relacionada ao crime, mas sim relacionada a brincadeira”, disse o Capitão Paulo Cézar Sanches, comandante da 1ª Companhia do 4º Batalhão, na região da Lapa.
 
Segundo Sanches, parentes do jovem descobriram o que estava acontecendo por meio das redes sociais e entraram em contato com o programa Vizinhança Solidária da Polícia Militar, que colocou o rapaz em contato com a 1ª Companhia do 4º Batalhão.
 
“Ele veio na companhia da Polícia Militar, o nosso gestor da vizinhança solidária conversou com ele e aí explicou tudo e a gente acabou esclarecendo nos grupos que não era um criminoso, mas, sim, um jogador", conta ele. Procurado, o jovem não quis ser identificado.
 
 
O jogo Pokémon Go se baseia no conceito de realidade aumentada que mistura o mundo real com o virtual. O objetivo dos usuários é caçar o maior número de Pokémons. Quando estão próximos à localização de algum "monstrinho", os jogadores são avisados, pois o aplicativo se conecta com o GPS do celular. Se quiser capturar o Pokémon, o jogador deve ligar a câmera do aparelho e, por meio dela, o app processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica.