Fotografo: Reprodução Twitter
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O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal)

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu habeas corpus aos empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita. Eles estavam presos desde agosto do ano passado e são investigados pela operação 'S.O.S - Fatura Exposta III', desdobramento da Lava Jato. A decisão é da noite dessa quarta-feira (11).
 
Em contrapartida, o Supremo impôs medidas cautelares, como a proibição de manter contato com outros investigados no processo e comparecer periodicamente à Justiça. A dupla é acusada pelas supostas práticas de organização criminosa, corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e peculato.
 
A defesa de ambos é capitaneada pelo advogado Marcelo Sedlmayer. Ao R7 Planalto, ele explicou que “o Supremo reconheceu o constrangimento ilegal pelo excesso de prazo, que após um ano da deflagração da operação, sequer iniciou-se a instrução criminal”.
 
Sedlmayer também diz que “as prisões mostraram-se uma grande aberração, pois eram amparadas em delações premiadas desprovidas de provas e homologadas em dezembro de 2017”.
 
Os dois empresários estavam presos por decisão da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro por determinação do juiz Marcelo Bretas. A defesa recorreu e chegou ao Supremo, que entendeu pela liberdade.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Elijonas Maia, da Record TV, e Caio Sandin, do R7