Fotografo: Da Assessoria
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Deputado Max Russi (PSB)

O trecho de 140 quilômetros da MT-130, que liga Primavera do Leste a Paranatinga, sudoeste de Mato Grosso, faz parte do Programa de Concessões de Rodovias. Com o anúncio dessa concessão, uma audiência pública está sendo organizada para acontecer em Primavera do Leste nos próximos dias. No entanto, não há previsão para que esse mesmo assunto também seja discutido com a população de Paranatinga. Por isso, a pedido do vereador Josevaine Silva de Souza (PSB), o popular Labiga, o deputado Max Russi (PSB) fez essa cobrança ao Governo do Estado.
 
Para o parlamentar é necessário que se leve esse debate aos moradores daquele município, pois também precisam ter a oportunidade de participar da pauta de discussões.
 
“O vereador Labiga está preocupado, pois com a chegada dessa concessão, diversos fatores poderão ser alterados em Paranatinga. Com isso, a população de lá precisa participar dessa pauta”, justificou. 
 
A previsão é que a concessionária, que assumir esse trajeto, faça investimentos superiores a R$ 100 milhões em ampliações e melhorias da via, em um prazo de 30 anos.
 
Da mesma forma, essa mesma empresa ou consórcio ficará responsável pela recuperação, implantação de melhorias e conservação, bem como a operação da via e subtrechos relacionados no projeto de concessão.
 
Nas primeiras intervenções, por parte do concessionário, estão previstas ações de reparos e revitalização, tanto na estrutura asfáltica, quanto na estruturação de sistemas. 
 
Após a conclusão dessas ações, a administradora da via estará autorizada a instituir a cobrança de pedágio. Nesse caso, estão previstas duas praças de pedágio, uma delas no km 44 e a outra no km 119. O valor estimado é de R$ 8,08 por eixo e está atrelado a disponibilização serviços de urgência, áreas de descanso estruturadas e serviços de socorro a acidentes e veículos. 
 
Em maio, desse mesmo ano, o deputado Max Russi já havia apresentado indicações para resolver problemáticas da rodovia. Ele chegou a se reunir com o secretario da secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo de Oliveira e Silva, na busca de soluções. Até então, apenas procedimentos de tapa-buracos eram realizados como medida paliativa.