Fotografo: PM/VG
...
Realino Rodrigues de Souza, de 61 anos

Eraldo de Freitas 
Da Redação

 

Trinta anos não é 30 dias, mais foram todo esses anos que Terezinha Moraes de Souza

77 anos, vinha sofrendo nas mãos do carrasco "companheiro do satã", Realino Rodrigues de Souza, de 61 anos, por simples questões banais, conta a anciã que, todo este tempo vinha sofrendo com este homem de forma amarga, até que na data desta terça-feira (12/11), por volta das 17hs decidiu colocar um fim neste sofrimento e contar tudo para a Polícia.

Nesta terça-feira (12), narra à mulher que, o tal carrasco Realino voltou a atacá-la com palavrões e ameaçá-la de morte exibindo suas armas brancas (facas e facões), com termos do tipo "vou te mata-la, farei picadinho” de você! Não suportando mais a suposta "escravidão", a anciã conseguiu se desvencilhar um pouco do marido e teve coragem de ligar para a Polícia Militar, a quem narrou sua história de 30 anos de sofrimento do lado do carrasco.

O coronel Souvinski (mandou seus meninos do tipo rambo, os mais bombados) a encontrar com o homem machão do facão, que, por dezenas e dezenas de vezes - segundo ela - já havia anunciado em mata-la; chegando à residência do casal, os policiais "quase" duvidaram da versão da denunciante, pois o "machão afinou até a voz",  ao ver os “bombados” do CR-2 da equipe do Cel. Souvinski.

A mulher contou para a Polícia que a maioria das brigas sempre se deu por coisas fúteis, porém, a brigada ocorrida hoje foi por que ela (a esposa) havia lhe pedido dinheiro para pagar as contas da Casa.

Realino Rodrigues de Souza foi conduzido e entregue para a Delegacia, quem vai cuidar do seu destino, porém, não resta dúvidas que o machão vai ter que, ter uma conversa “olho”  no “olho” com a delegada (da Delegacia da Defesa da Mulher) e depois uma conversinha mais de perto com um juiz da Comarca, numa Audiência de Custódia, o que não pode continuar acontecendo é este “bravão” continuar a aterrorizando psicologicamente a dona Terezinha Moraes. Os policiais levaram e entregaram ao delegado um monte de facas e facões, até parece que o machão se trata de um fabricante de facas.