Lição 03 da Escola Sabatina – DEUS ou Mamom?


DEUS O exaltou sobremaneira e Lhe deu o nome que está acima de todo nome

SERMÕES & DOUTRINÁRIOS Publicada: 12/01/2018 17:29:33 Autor: Cristo Em Breve Virá
Foto: CPB
Mamom era o DEUS antigo da riqueza, Baal, que os coitados dos adoradores filisteus serviam.

 
 
 
Verso para memorizar: “DEUS O exaltou sobremaneira e Lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de JESUS se dobre todo joelho, nos céus, na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que JESUS CRISTO é o Senhor, para glória de DEUS Pai” (Fil. 2:9-11).
 
Introdução de sábado à tarde
 
 
Pois bem, é simplesmente impossível agradar a DEUS e ao mesmo tempo a Mamom. Mamom era o DEUS antigo da riqueza, Baal, que os coitados dos adoradores filisteus serviam (adoravam, veneravam, consultavam, pediam coisas, etc.) para terem favores materiais, seja nas safras, seja nas atividades econômicas. A palavra Mamom, antes de ser um DEUS, designava ser dependente das riquezas. Era, portanto, um ídolo fictício como se fosse um senhor poderoso que domina sobre as pessoas por meio da riqueza. Hoje, servir a Mamom quer dizer tornar-se dependente das riquezas e do dinheiro, como estas coisas materiais sendo um senhor que domina e escraviza. Também quer dizer, ao mesmo tempo, perder a fé no DEUS de verdade, único DEUS. Portando, o ateu que diz não adorar DEUS algum, pode, facilmente, estar adorando o tal Mamom.
 
É a parábola que já estudamos na segunda-feira da primeira semana desse trimestre. O caso do homem rico cuja safra superou as expectativas e ele derrubou seus celeiros para construir outros maiores. Não havia nada errado nisso, porém, o mal se manifestou quando ele, orgulhoso do bom resultado da sua atividade econômica, decidiu que então poderia usufruir do jeito mundano a situação financeira e econômica que se tornara bem favorável. Algo como: aproveita, goza, folga, faça festas e divirta-se, porque a riqueza o proporciona. Porém, vá que morresse naquela mesma noite, e daí, tudo o que conseguiu ficaria para alguém outro, e ele nada aproveitaria, nem daquela riqueza nem da vida futura.
 

 
Primeiro dia: CRISTO, o Criador
 
 
JESUS CRISTO é o Criador de todo o Universo. A avaliação de DEUS quanto a criação na Terra, no final de cada dia, era que tudo fora bem elaborado. Era perfeito. No final da semana da Criação, quando tudo já estava pronto, DEUS avaliou tudo e disse que era muito bom.
 
JESUS é DEUS junto com o Pai e com o ESPÍRITO SANTO. Tem tanta capacidade quando os Outros dois membros da Trindade. Na criação das coisas, o Pai atua por meio de JESUS, o Filho, assim carinhosamente chamado. Os bens materiais foram todos criados pelo Filho, assim como foi posta inteligência nos seres humanos para realizarem coisas impressionantes. Hoje, por exemplo, olhamos para um avião, digamos de grande porte, e ficamos impressionados como aquilo levanta parecendo uma pluma, e voa por horas e pousa em outro lugar. Olhamos para as naves que saem da Terra e vão até a Lua, pousam lá, os homens desembarcam, retornam, e a nave os traz de volta à Terra. Podem no entanto, passar uma temporada na estação espacial, no espaço, fazendo experiências científicas ali, e outros estudos. A tecnologia nos impressiona a cada dia. Essa mesma tecnologia que desenvolve medicamentos e equipamentos fantásticos para salvar vidas, também é capaz de desenvolver armas de destruição para matar seres humanos e destruir as suas obras muito úteis. Quem é o culpado dessa situação aqui na Terra? É o Criador? É satanás? É o ser humano?
 
No início, quando tudo fora criado, era tudo perfeito, era bom, servia só para o bem, só para o amor. Porém, com a entrada do pecado (obra de satanás com a colaboração do ser humano), as coisas mudaram. O ser humano tornou-se mau, passou a ser ganancioso, algo que de alguma maneira herdou de satanás, e passou a destruir a natureza, explorar o que era bom para o mal, para más intenções. Por exemplo, o dinheiro, na verdade foi uma boa invenção, facilita a vida aqui na Terra onde há escassez de recursos, onde precisamos trabalhar para obter o sustento. Como o ser humano é por natureza pecador, isto é, mau, ele tende a usar mal o material que DEUS criou para o bem da humanidade. Vamos a um único exemplo. Vamos nos referir a produção de ovos para consumo humano. O desejo de ganhar sempre mais levou os seres humanos a uma obra de exploração das galinhas, em pequeníssimas jaulas, onde mal se mexem, se alimentam dia e noite, recebem tratamento especial de produtos que fazem mal à saúde, e dessa forma, colocam ovos como doidas. Chegam a uma certa idade e são descartadas porque se tornaram não rentáveis. As aves são colocadas a um sofrimento incrível para que alguém ganhe um bom dinheiro. Essa é uma das maneiras de servir a Mamom.
 

 
Segunda: Filho de DEUS/Filho do Homem
 
 
“Foi a natureza humana do filho de Maria mudada na natureza divina do Filho de DEUS? Não, as duas naturezas estavam misteriosamente fundidas numa pessoa – o Homem CRISTO JESUS. Nele habitava corporalmente toda a plenitude da divindade. Quando CRISTO foi crucificado, foi Sua natureza humana que morreu. A Divindade não sucumbiu e morreu; isso teria sido impossível. CRISTO, o Imaculado, salvará todo filho e filha de Adão que aceita a salvação oferecida em seu favor, concordando em tornar-se filhos de DEUS. O Salvador adquiriu com Seu próprio sangue a raça caída. Este é um grande mistério, um mistério que não será plena e completamente entendido em sua grandeza até que ocorra a trasladação dos redimidos. Então o poder, grandeza e eficácia do dom de DEUS ao homem serão compreendidos. Mas o inimigo está determinado a que esse dom seja tão mistificado que se torne uma nulidade” (Olhando Para o Alto, MM 1983, 254).
 
Para salvar a humanidade, um membro da divindade teria que vir morrer pela raça caída. Mas como DEUS iria morrer? DEUS é imortal. E, se viesse DEUS em Sua divindade morrer por nós, que validade teria isso? (Mesmo que Ele desse um jeito de morrer). Pois o que foi tentado no Éden era abaixo de DEUS, abaixo até dos anjos. Portanto, deveria vir morrer por nós o DEUS em condição humana. E Ele não veio na condição, nem mesmo de Adão ou de Eva, mas na condição da raça caída, enfraquecida, mortal, com um vigésimo da nteligência e capacidade original (ver Conselhos Sobre Educação, 8 e 9). A esse ponto, digamos assim, o Criador e Salvador se rebaixou, para estar conosco como um igual a nós. Nisso Ele uniu, para a salvação, a raça caída em sua pior condição ao DEUS perfeito e Criador, em sua melhor condição, numa única pessoa. Assim, para sermos salvos, compete que O sigamos, que O obedeçamos, mesmo que para isso, tenhamos que deixar de lado tudo o que de bom exista aqui na Terra, mesmo que essas coisas boas não sejam ilícitas, mas se tenham transformado em algo no lugar do Salvador. Foi isso que aconteceu com o jovem rico que abordou JESUS, sobre como ser salvo.
 
“E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é DEUS. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. Disse-lhe ele: Quais? E JESUS disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe JESUS: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-Me. E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades” (Mateus 19:16-22, grifos acrescentados).
 
Ao JESUS dizer ao rico que só DEUS era bom, o homem implicitamente entendeu que JESUS era DEUS, e que ninguém menos que DEUS lhe daria as corretas instruções para a sua salvação. Foram instruções personalizadas, que não serviriam a todas as pessoas, pois outras pessoas estariam em situações diferentes. Ele deveria obedecer aos mandamentos e deixar de confiar mais nas riquezas do que em DEUS.
 
Há uma mensagem forte nas palavras de JESUS ao jovem rico. Ele saiu triste, foi embora, não gostou do que lhe fora dito, apesar de saber que a instrução dada viera de DEUS. Mais especificamente, o jovem rico sabia ali que JESUS era DEUS, e sabia que estava voltando as costas a DEUS. Assim também os líderes judaicos sabiam que JESUS era o Filho de DEUS, e mesmo assim, O condenaram à morte, por inveja, no mesmo sentimento de ódio que dominara satanás em sua guerra no Céu. E JESUS deixou que ele desistisse da salvação, não impediu que fosse embora. O jovem, e todos nós, somos livres para decidir sobre o nosso futuro. JESUS não tentou amenizar o impacto das Suas palavras, e não ofereceu para ele um caminho alternativo mais suave, com menos sacrifício. O reino de DEUS não se adapta aos pecadores, são os pecadores que devem mudar em tudo o que é inconveniente à cidadania celeste. O Mestre quer o nosso ser todo, 100%, não apenas uma parte, mesmo que essa parte seja o cérebro e o coração. Ele quer todo o nosso interesse e afeição.
 
O Salvador que veio à Terra, como Homem DEUS, a Si mesmo entregou-Se totalmente, a ponto de sofrer a maior de todas as vergonhas e de ser morto por quem veio salvar; mesmo assim, perdoou. Para sermos salvos, devemos nos entregar por inteiro, ou ficaremos aqui mesmo, e iremos, de alguma maneira, pelo caminho do jovem rico, e JESUS não o impediu, nem nos impedirá.
 

 
Terça: CRISTO, o Redentor
 
 
Para pagar o preço do pecado da humanidade deveria ser JESUS a morrer, não serviria o DEUS Pai nem o ESPÍRITO SANTO, e muitos menos algum anjo. Foi JESUS quem criou este mundo, assim como o Universo todo (conforme estudo de domingo). E Ele é quem estabeleceu a lei, junto com o Pai. Foi Ele quem criou Adão e Eva. E foi Ele que satanás desafiou, que queria substituir no trono. A guerra no Céu foi entre Lúcifer e JESUS. Logo, para morrer por nós, não serviria ninguém outro, nem outro membro da Trindade, nem algum outro anjo, nem mesmo aquele que substituiu Lúcifer no Céu. E como explicamos ontem, JESUS CRISTO deveria lutar contra satanás (o novo nome do pai da mentira) na condição em que se encontrava o ser humano que Ele viera resgatar do poder do inimigo. Se Ele veio para resgatar o Sikberto, deveria vir na condição desse Sikberto, nem menor, nem maior, mas igual. Esse desafio foi algo que até hoje me é difícil entender, como JESUS conseguiu vencer. Mas, felizmente essa história já passou, e Ele foi o vitorioso contra um anjo que preservou seus poderes originais, e tinha ao seu lado uma vasta multidão de anjos caídos bem como outra multidão de homens maus (ver algo sobre a quantidade desses anjos no estudo do dia 25 de janeiro).
 
E como deveria JESUS CRISTO vencer nesse mundo? Qual seria Sua estratégia? Ele deveria desmascarar as mentiras originais de Lúcifer. O mau anjo voltou-se contra a lei de DEUS, como faz até hoje. Atualmente o inimigo da humanidade e do governo celeste volta-se fortemente contra o memorial da criação, o sábado, substituindo-o pelo domingo. Acontece que o sábado é o dia em que as criaturas mais lembram que foram criadas por DEUS, ou seja, por JESUS, e isso as liga ao Criador. Lúcifer precisa, para obter alguma vitória, desvincular a criatura do Criador. Logo, precisa principalmente anular o sábado, que é o principal vínculo de amor entre DEUS Criador e criatura. É vinculo de amor porque nesse dia a criatura deixa de lado todos os seus interesses e dedica-se exclusivamente a quem a criou. Esse é o principal mandamento entre os quatro primeiros, assim como o quinto mandamento é o principal entre os outros seis, pois nos vincula, em amor, aos nossos genitores. Ou seja, a lógica da lei é simples: primeiro nos vincula ao Criador, depois, nos vincula aos nossos genitores. E essa é a lei do amor, amar a quem nos criou, quem nos gerou, e amar a todos os semelhantes.
 
JESUS deveria provar que assim procedia, que amava a todos. Foi nisso que Ele venceu, pois em nenhum momento, mesmo na pior crise de Sua vida, deixou de amar. Foi amando até à morte que Se tornou o Salvador da humanidade. Foi amando que derrotou satanás, que só conseguiu provar que odiava a quem amava a humanidade. Ou seja, odiando a quem amava a todos, satanás declarou-se inimigo da humanidade e inimigo do Criador e Salvador. Foi, assim, derrotado definitivamente.
 
“Ao vir JESUS ao mundo, o poder de Satanás voltou-se contra Ele. Desde o tempo em que aqui apareceu, como a Criancinha de Belém, manobrou o usurpador para promover Sua destruição. Por todos os meios possíveis, procurou impedir JESUS de desenvolver infância perfeita, imaculada varonilidade, um ministério santo e sacrifício irrepreensível. Foi derrotado, porém. Não pôde levar JESUS a pecar. Não O conseguiu desanimar, ou desviá-Lo da obra para cuja realização viera ao mundo. Do deserto ao Calvário, foi açoitado pela tempestade da ira de Satanás, mas quanto mais impiedosa era ela, tanto mais firme Se apegava o Filho de DEUS à mão de Seu Pai, avançando na ensanguentada vereda. Todos os esforços de Satanás para oprimi-Lo e vencê-Lo, só faziam ressaltar, mais nitidamente, a pureza de Seu caráter” (O Desejado de Todas as Nações, 759).
 

 
Quarta: Um DEUS zeloso
 
 
Resumindo a ideia da lição de hoje, podemos dizer: Nunca uma mente finita, por mais capaz que seja, entenderá por completo o DEUS infinito. Se pudesse, ou DEUS não seria infinito, ou então, o ser humano também seria infinito. Há um abismo de tamanho que não pode ser medido entre um ser finito e um Ser infinito. Aquele tem limites, Este não tem limites. Quem tem limites poderá, ao longo do tempo, entender cada vez mais quem não tem limites, mas nunca conseguirá entender por completo. Se conseguisse, também se teria tornado infinito.
 
Gosto de pensar sobre esse assunto. Ele me dá segurança. Sei que quem cuida do Universo não é apenas um ser muito poderoso, o mais poderoso de todos; Ele é simplesmente infinito, ilimitado, incomensurável. Assim também, por certo, o Universo deve ser infinito, e esse DEUS Criador é capaz de cuidar de todos os detalhes, que são trilhões e trilhões por segundo, e em nada se atrapalha. Afinal, Ele é infinito em todos os Seus atributos. Aí vem a questão: como entender por completo um Ser assim?
 
“Não basta crermos na lei e na força, em coisas que não têm piedade ou nunca ouvem o brado por auxílio. Precisamos saber acerca de um braço todo-poderoso que nos manterá, e de um Amigo infinito que tem piedade de nós. Necessitamos agarrar-nos a uma mão aquecida pelo amor, confiar em um coração cheio de ternura. E efetivamente assim DEUS Se revelou em Sua Palavra” (Educação, 133).
 
“O mais poderoso intelecto criado não pode compreender a DEUS; as palavras da língua mais eloquente não conseguem descrevê-Lo. … Os homens só têm um Advogado, um Intercessor que é capaz de perdoar a transgressão. Não há de o nosso coração encher-se de gratidão Àquele que deu JESUS para ser a propiciação pelos nossos pecados? Pensai profundamente no amor que o Pai manifestou em nosso favor, o amor que Ele expressou. Não podemos medir esse amor; pois não tem medição. Podemos medir o Infinito? Só podemos apontar para o Calvário, ao Cordeiro morto desde a fundação do mundo” (Exaltai-O, MM 1992, 320).
 
Para a nossa felicidade, o Ser infinito em capacidade e competência é um Ser de amor, é Criador e Salvador. O rei do Universo nos ama, e é capaz de fazer tudo para nós vivermos eternamente; basta que queiramos. Ele pode suprir tudo para Suas criaturas, Ele é infinitamente poderoso. Só de saber que o Ser mais poderoso do Universo, poderoso a ponto de ser infinito, só de saber que Ele é nosso intimo amigo, já nos dá grande esperança e nos deixa felizes. Que poderemos dizer de um governo nas mãos de alguém com tais atributos?
 

 
Quinta: Propriedade verdadeira
 
 
Estabeleçamos dois cenários. Escolha um deles, o que mais o deixaria feliz e seguro.
 
Cenário 1:
 
DEUS possui todas as coisas, nós não possuímos nada. Ele é o dono de tudo, pois é o Criador de tudo, inclusive de nós mesmos. Tudo o que Ele criou é em abundância e nunca falta nada, inclusive ali todos vivem eternamente. Mais, tudo o que existe está à disposição de todas as pessoas, não precisam pedir para usufruir, muito menos, trabalhar para comprar. Como DEUS é amor, mantém tudo como se fosse criado ontem, belo e agradável.
 
Cenário 2:
 
A posse das coisas está no nome de cada um, conforme progride na vida. Vai registrando em seu nome de maneira que é seu. Vai ficando muito rico e dispõe de tudo o que precisa. Como é assim no reino da perfeição, também nessa condição não existe morte. Existe trabalho para se conquistar as coisas e possuí-las para seu benefício particular. Tudo também é absolutamente lindo; porém, há cercas determinando a propriedade de um e de outro. A manutenção nesse caso também é conforme no cenário anterior.
 
Agora duas perguntas:
 
Primeira: Qual desses cenários você escolheria?
 
Segunda: Como poderia haver propriedade particular num lugar onde tudo é abundante, nunca falta nada, tudo é perfeito e cujo sistema de relacionamento é o amor?
 
Pense e reflita!
 

 
Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
Tema transversal
 
 
Nós todos somos criaturas. Fomos criados por DEUS, não aparecemos no mundo por acaso e evoluímos até chegar ao ponto de hoje, e agora, paramos de evoluir; pelo contrário, estaríamos regredindo.
 
Se fomos criados, DEUS nos fez de tal modo que necessitamos adorar ao Criador. Isso devido a necessidade que temos de amar, seja o Criador, seja outras pessoas. Adorar no contexto divino é o mesmo que amar. Para danificar essa necessidade de amar, satanás está apagando o amor, de quase todos, substituindo por um sentimento frio e egocêntrico, que necessita dominar, explorar, manipular e danificar o próximo, não se importando com seus sentimentos.
 
Da necessidade de amar, ou, de adorar, resulta que, as pessoas abandonando a DEUS, acabam, de qualquer forma, adorando alguma coisa diferente de DEUS. Ou adoram ídolos como os do futebol, de artistas, de políticos, de famosos, seu próprio corpo, etc. Ou adoram coisas, como as riquezas, o status, o poder e a capacidade de se impor sobre os outros. Mesmo os frios, os de sem sentimento, aqueles que perderam a capacidade de amar, adoram algo, por exemplo, a Mamom e a ganância que chega a tomar do outro o que não lhe pertence. Qualquer adoração é no mínimo um tipo de dependência daquilo que adora, como as pessoas se tornam dependentes da moda, do consumismo, das riquezas, da fama, da beleza, de ídolos humanos, de times de futebol, de conjuntos musicais, etc. Mesmo os ateus dependem de algo fora deles, como poderia ser o amor a si mesmos, a dependência do dinheiro, ou do currículo. De alguma maneira, todo ser humano, não importa a condição em que tenha chegado, adora algo, embora não seja DEUS.
 
 
 
Aplicação contextual e problematização
O grande problema da humanidade foi exposto na argumentação logo acima: todos adoram, porém, muitos adoram mal, chegando a pensar que sejam ateus. Adoram o deus errado, principalmente o deus das riquezas, Mamom. Por essa via, vão se distanciando da salvação. Até mesmo pessoas que aguardam a salvação, que conhecem o DEUS verdadeiro, muitas vezes adoram times de futebol, artistas de cinema, ou outras coisas. Será que pensam se salvar permanecendo nessa condição?
 
 
 
Informe profético vinculado com a lição
“Cientistas encontram benefícios da religião e da espiritualidade no apoio aos tratamentos médicos. A pesquisa feita na USP descobriu que as intervenções religiosas e espirituais são muito benéficas
 
“Os cientistas descobriram que as intervenções têm, na maioria dos casos, efeitos ainda mais benéficos na qualidade de vida dos indivíduos em comparação com os métodos já conhecidos. Elas estão associadas à redução dos sintomas de ansiedade em pacientes; queda do nível de estresse e exaustão emocional em profissionais da saúde; diminuição na intensidade do consumo de drogas; e melhoria nos sintomas ligados à depressão.” Para ler toda a matéria, veja aqui.
 
 
 
“O chefe da República Chechena, Ramzan Kadyrov, descreveu o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel pelo presidente dos EUA como uma facada nas costas daqueles que tentaram chegar a um acordo no Oriente Médio, e um passo em direção a uma nova guerra. Em uma mensagem publicada em sua página na rede social mais popular da Rússia, a VKontakte (Em Contato), Kadyrov afirmou que o reconhecimento de Donald Trump de Jerusalém como a capital de Israel foi feito apesar da opinião da comunidade internacional e em violação das resoluções aprovadas pela Nações Unidas e outras organizações internacionais influentes. Ele acrescentou que a decisão privou os palestinos da última chance de obter um Estado autônomo.” Os palestinos são um povo, e querem ter também uma pátria, onde possam viver com suas famílias e trabalhar pelo seu sustento. O que Trump fez foi acirrar a raiva entre palestinos e judeus, uma estratégia que não contribui em nada para a paz na região. Trump reclama tanto do líder norte coreano que fica ameaçando os Estados Unidos, mas ele mesmo toma decisões bem parecidas, provocando os palestinos e os muçulmanos. Leia mais aqui.
 
Existe um plano em andamento, em Israel, que pretende destruir a Mesquita de Al-Aqsa, que se situa em Jerusalém, bem no lugar onde antes estava o Templo de Jerusalém. Pretendem reconstruir ali esse templo, para que JESUS retorne à Terra, ou, conforme os judeus, que venha o aguardado Messias. Muitos evangélicos também pensam assim, especialmente nos Estados Unidos, e esses participaram do financiamento da campanha política de Trump. Ele havia prometido trabalhar pelo reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, em lugar de Tel Aviv. Trump está cumprindo promessa de campanha, custe o que custar. Essa decisão dele significa, salvo melhor juízo, o início do fim da comunidade palestina, ou no mínimo, uma situação pior para eles. Logo, não contribui em nada para a paz na região, e muito menos, para a vinda do Messias, que já veio e está para vir pela segunda vez, mas não como muitos lá acreditam, que Ele só viria após a reconstrução do templo. Esses estão crendo de modo parecido como criam os antigos judeus, que viam em JESUS o libertador do Império Romano. Leia mais aqui.
 
Ainda na mesma linha, o papa Francisco está bem preocupado com a paz no Oriente Médio, pelas decisões do presidente americano. A situação parece piorar e acende um pavio para mais violência na região. Veja sobre isso, no site do Vaticano, aqui.
 
 
 
Comentário de Ellen G. White
“Vi que Satanás observa o temperamento peculiar, egoísta, cobiçoso de alguns que professam a verdade, e tenta-los-á pondo-os no caminho da prosperidade, oferecendo-lhes as riquezas deste mundo. Ele sabe que, se não vencerem seu temperamento natural, hão de tropeçar e cair pelo amor de Mamom, pela adoração de seu ídolo. O objetivo de Satanás é muitas vezes conseguido. O forte amor do mundo vence, absorve o amor da verdade. Os reinos do mundo são-lhes oferecidos, e eles se apoderam ansiosamente de seus tesouros, e pensam que estão sendo maravilhosamente prosperados. Satanás triunfa porque seu plano teve êxito. Abandonam o amor de DEUS pelo amor do mundo” (Testemunhos Seletos, v1, 40 e 41).
 
 
 
Conclusão
“Quando o amor do mundo toma posse do coração, e se torna paixão dominante, não fica margem para a adoração a DEUS; pois as mais elevadas faculdades do espírito subordinam-se à servidão de Mamom, e não podem reter os pensamentos acerca de DEUS e do Céu. A mente perde a lembrança do Senhor, estreitando-se e atrofiando-se na acumulação de dinheiro” (Testemunhos Seletos, v1, 363).
 
Declaração do professor Sikberto R. Marks
 
O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

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