Fotografo: AFP/Arquivos
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(Arquivo) Leão na reserva sul-africana, em 12 de maio de 2010

O turista Patrick Fourgeaud, 64 anos, está processando uma empresa de turismo após ter tido parte do braço arrancado por um leão enquanto ele e a mulher, Brigitte Fourgeaud, de 63, dormiam em uma barraca no Ruaha National Park, um safári na Tanzânia. As informações são do jornal Daily Mail.
 
“Nunca esquecerei aquele momento em que acordei e vi o leão ali. Pensei que nós dois íamos morrer”, conta Brigitte ao Daily Mail. O ataque ocorreu em agosto de 2015 e o processo contra a Africa Travel Resource ainda tramita na Justiça.
 
“Nada vai mudar o que passamos, mas ambos acreditamos que mais poderia ter sido feito para impedir o que aconteceu”, disse Fourgeaud. “Nós dois queremos garantir que isso não aconteça com outros turistas.”
 
“Os operadores turísticos e as empresas de férias têm o dever de zelar por garantir a segurança dos clientes e, neste caso, acreditamos que isso não aconteceu. Patrick e Brigitte acreditam que ninguém ficava vigiando a noite toda o acampamento enquanto dormiam em suas tendas”, defendeu Leane Shanks,advogado dos Fourgeauds.
 
De acordo com o advogado, o casal não recebeu conselhos adequados do guia sobre os riscos específicos de acampar ali aquela noite. A empresa nega qualquer responsabilidade pelos ferimentos sofridos por Fourgeaud ou pelo sofrimento psicológico que o casal que mora na França continua sofrendo.