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Várzea Grande(DF), Terça-Feira, 01 de Dezembro de 2020 - 17:39
29/10/2020 as 14:06:18 | Por R7 | 1478
Jamais esteve sob análise privatizar o SUS, afirma Guedes
Ministro disse em audiência que seria uma insanidade, se referindo ao decreto que autorizava estudos para incluir UBS em programa de privatizações
Fotografo: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
SUS

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que jamais esteve sob analise privatizar o SUS, durante sua participação nesta quinta-feira (29) na comissão mista do Congresso, que debatia as medidas do governo para conter a pandemia do novo coronavírus.
 
"Até eu tomei um susto. Garanto que jamais esteve sob análise privatizar o SUS. Seria uma insanidade falar nisso", disse o ministro, se referindo à polêmica provocada por decreto sobre parcerias público-privadas (PPP) de estudos técnicos, que incluia UBS (Unidades Básicas de Saúde) do SUS (Sistema Único de Saúde). A medida, que autorizava estudos para incluir unidades de saúde em programa de privatizações, foi revogada após forte repercussão contrária.
 
"O SUS mostrou a decisiva importância de termos um sistema descentralizado de acesso à saúde, e mostrou durante a crise por que ele foi um passo acertado. A criação dessa ferramenta, de um sistema descentralizado de saúde, é evidente que seria um contrassenso falar em privatizar o SUS", defendeu Guedes.
 
O ministro minimizou a decisão, dizendo que foi só uma daquelas "dezenas de medidas que a gente toma" todos os dias. "Se fosse uma privatização do SUS , teria que ter ido ao Congresso. Não é nada desse tipo."
 
"Esse decreto aparentemente veio da área de PPI, uma área que estava sob coordenação da Casa Civil, que passou para a Economia. A secretária Martha Seillier é uma pessoa competente, trabalhadora, funcionária pública. A iniciativa dela deve ter ido ao Pazuello (Eduardo) conversar sobre isso", explicou o ministro.
 
"Aparentemente há um mês atrás, com a pandemia ainda forte, isso já estaria assinado. Tinha mais de 4 mil unidades de saúde que iniciaram a construção e não estavam conseguindo terminar por falta de recursos. No meio de uma pandemia e sem a capacidade de atendimento."




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