Fotografo: Reprodução/TV
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O suspeito teria embarcado no veículo às 5h30 e se identificado como policial militar para os passageiros

O governo do Estado do Rio de Janeiro irá arcar com os custos do enterro de Willian Augusto da Silva, de 20 anos, homem que fez 37 pessoas reféns em um ônibus na Ponte Rio-Niterói, na manhã de terça-feira (20).
 
Os pais do sequestrador, estão em contato com funcionários da equipe de Wilson Witzel e irão na manhã desta quarta (21) ao IML (Instituto Médico Legal) da Leopoldina, região central do Rio, para liberar o corpo.
 
O sequestro durou por volta de quatro horas. Às 9 horas da manhã, o sequestrador foi morto atingido por um tiro ao sair do veículo para falar com os negociadores. Um sniper do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) efetuou o disparo. 
 
O suspeito teria embarcado no veículo às 5h30 e se identificado como policial militar para os passageiros. O ônibus da empresa Galo Branco, que faz o trajeto Jardim de Alcântara-Estácio, foi atravessado na ponte por volta das 6h.
 
Deputada repudia comemoração
 
A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), a deputada estadual Renata Souza (PSOL), prestou solidariedade aos 37 reféns e à família de Willian. 
 
"Toda a solidariedade aos 37 reféns e aos familiares de Willian. Ninguém quer ver um filho morto. Por isso, qualquer tipo de celebração é uma postura inaceitável. Não comemoraremos nenhuma tragédia", disse Renata.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Matheus Nascimento, do R7*, com Record TV Rio
*Estagiário do R7, sob supervisão de PH Rosa