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Várzea Grande(DF), Sexta-Feira, 26 de Fevereiro de 2021 - 10:23
22/01/2021 as 10:14:22 | Por Lislaine Dos Anjos, Midia News | 251
“Furar fila da vacinação é ato desumano e covarde”, critica AMM
Neurilan Fraga nega que manobra denunciada em Cuiabá tenha ocorrido no interior de MT
Fotografo: MidiaNews
O ex-prefeito de Nortelândia, Neurilan Fraga, que é presidente da AMM

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga (PL), classificou como desumano quem burla as regras e passa à frente de grupos prioritários na campanha de vacinação contra a Covid-19, iniciada nesta semana no Estado.
 
Denúncias de supostas situações de "fura-filas" vieram à tona em Cuiabá após denúncia feita pela vereadora Edna Sampaio (PT) à Secretaria Municipal de Saúde, que já determinou uma auditoria para apurar o caso.
 
Atualmente, a prioridade na vacinação contra o novo coronavírus deve ser de profissionais da saúde que atuem na linha de frente no combate à Covid, como aqueles que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e pronto atendimentos.
 
"Nós temos uma posição muito clara: somos contra o gestor que tomar essa atitude ou o secretário de saúde que permitir tomar uma atitude dessa. Não tem nosso apoio", afirmou.
 
"É um ato desumano, até extremamente covarde, se alguém proceder dessa forma, de vacinar alguém que não está em grupo de risco e poderia esperar um pouco mais", acrescentou.
 
De acordo com Fraga, denúncias desse tipo não foram relatadas nos municípios do interior até o momento.
 
Estrutura
 
O presidente da AMM ainda ressaltou que, apesar de terem sido enviadas poucas doses da Coronavac aos municípios, a estrutura para garantir a vacinação da população, de uma forma geral, existe, sem falta de insumos como agulhas ou seringas.
 
"As prefeituras estão preparadas para fazer a vacinação. O SUS é muito forte, muito bom, eficaz, eficiente, mesmo sem o amparo que deveria ter dos Governos", disse.
 
"Não faltam seringa ou agulhas. O que há é uma quantidade muito pequena de doses e aí só dá para vacinar parte do grupo de risco e não todo o grupo prioritário ainda", completou.




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