Fotografo: (Nasa/Reuters)
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O Furacão Dorian visto do espaço perto das Ilhas Virgens Americanas: risco de destruição ao chegar no continente

O furacão Dorian ganha força e poderá ser classificado como categoria 4 ao alcançar a Flórida neste fim de semana. O governo estadual declarou estado de emergência e recomendou que as pessoas estoquem alimentos e água para o período de passagem do furacão.
 
Anteriormente, as autoridades esperavam que Dorian chegasse à costa dos Estados Unidos como um furacão de categoria 2, menos intenso e perigoso.
 
Com ventos de 130 km/h, o furacão passou por Porto Rico na noite de quarta-feira 28 e seguiu rumo às Bahamas. Deverá aumentar sua intensidade até este domingo 1º, com ventos acima dos 209 km/h e a classificação como categoria 4, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC).
 
O governador da Flórida, Ron DeSantis, decretou estado de emergência em 26 condados que podem ser afetados pelo furacão nos próximos dias e recomendou que “todo morador da Flórida deva estocar suprimentos, incluindo água e medicamentos, para sete dias e ter um plano de emergência, em caso de desastre”.
 
Filas se formam nos postos de gasolina, e supermercados já apresentam prateleiras vazias, especialmente de garrafas de água. Muitos moradores cobrem com madeira as janelas de seus imóveis e acumulam sacos de areia diante das portas.
 
O NHC informou que ainda é muito cedo para determinar a trajetória correta do furacão, apesar do aumento da força dos ventos. Mas é provável que atinja a costa da Georgia. O governador desse estado americano, Brian Kemp, disse, segundo a emissora de televisão americana CNN, que os moradores também devem ficar de olho no Dorian e que as comunidades costeiras “devem começar a se preparar”.
 
Na noite de quarta-feira 28 o furacão Dorian passou por Porto Rico e pelas Ilhas Virgens Americanas sem provocar grandes prejuízos. Mas a governadora porto-riquenha, Wanda Vázquez, decidiu manter ativo um alerta de inundações até o fim desta quinta-feira. Porto Rico foi duramente afetado pela passagem do furacão Maria, em 2017, que deixou um rastro de destruição e 3.057 mortos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(Fonte: Veja)