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Fotografias por: Evandro Dias | Legenda Foto: Vanda Moura do O Broto de Flor

 
 
 
 
 
SÃO PAULO (SP) - Hoje é muito discutido o que mais vale investir em loja física ou loja virtual. Claro que as duas têm suas vantagens e desvantagens.
 
Na loja física o consumidor visita pelo fator “conveniência”, oportuniza o contato com o produto (experimentam, manuseiam, fazem perguntas aos vendedores e testam) antes da aquisição.
 
Já na loja virtual o cliente não consegue apalpar o produto, ver a qualidade, detalhes e muitas vezes o tamanho não é igual como o comprador imaginava. “Uma vez comprei um cubo de madeira para um imóvel imaginando ser um tamanho e acabou sendo muito menor e ficou inutilizado”, afirma o arquiteto José Benedito.
 
Agora a vantagem é que houve um o aumento de acesso aos dispositivos móveis, é cada vez mais comum o comportamento showrooming, hábito do consumidor que todo varejista deve levar em conta, caso não queira perder vendas.
 
A QUALIBEL (www.qualibel.com.br), empresa que vende produtos de cosméticos de grandes marcas mundiais como Agi max, Inoar, Kerastase, Mohaga, Loreal, Alfaparf, Alfa Cabany, 1.Ka, Babyliss, Taiff, New Brushing, entre outras, oferece frete grátis nas compras acima de R$ 200 e entrega rápida em até dois dias úteis para todo estado de São Paulo e Rio de Janeiro.
 
“Todos os nossos pedidos são cuidadosamente embalados e protegidos antes de serem despachados para envio”, afirma administração da Qualibel.
 
Segundo levantamento da Total Retail, o número de brasileiros que compram online mensalmente já superou o dos que consomem em lojas físicas.
 
A empresária Tamara Sawaya, da marca ZHFIT (www.tanlup.com/zhfit), que vende roupas fitness, apostou na loja virtual e também abriu um showroom da marca em São Caetano. “Alguns clientes queriam saber o tamanho, o tipo de tecido e as cores das estampas, que algumas vezes mudam na foto da loja virtual, então decide abrir um showroom, principalmente para aqueles que querem revender a marca”, completa Tamara Sawaya.
 
A loja física que possui e-commerce deve levar em conta o valor dos produtos. Os preços devem ser semelhantes em todas as operações, oferecendo a retirada na loja física, caso o cliente opte. Além disso, deve existir uma sincronização em tempo real que permita a atualização contínua do sistema de inventário em todos os canais, evitando a frustração dos consumidores quando os produtos estão fora de estoque.
 
Uma outra empresa que decidiu investir no e-commerce foi O Broto de Flor (www. loja.obrotodeflor.com.br), empresa de produtos descartáveis que oferece produtos como kits descartáveis para manicures e pedicures, luvas, além de cremes e máquinas para esterilização.
 
De acordo com a pesquisa, que entrevistou mil pessoas, 38,2% dos brasileiros tem o hábito de fazer compras online todos os meses contra 30,9% que declaram comprar em lojas físicas com a mesma frequência. Somente 3,4% dos consumidores entrevistados nunca adquiriram produtos em sites.
 
A perspectiva é que o faturamento do e-commerce brasileiro para 2017 tenha alta de 10% a 15% , após encerrar 2016 com crescimento previsto de 8%.