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Várzea Grande(DF), Quinta-Feira, 25 de Fevereiro de 2021 - 19:19
24/12/2017 as 08:53:00 | Por Da Redação | 810
Em um ano, fiscalização flagra oito falsos dentistas atuando em MT
Em General Carneiro, um idoso de 74 anos atuava sem diploma há 30 anos e foi preso em flagrante.
Fotografo: Assessoria
Em Várzea Grande, fiscais do CRO-MT encontraram escritório onde falso dentista atuava

 
 
 
Oito falsos dentistas foram flagrados atuando em Cuiabá e outros sete municípios de Mato Grosso este ano pela equipe de fiscalização do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT). O balanço foi divulgado pelo conselho, que apontou a realização de 1.540 ações de fiscalização no estado entre os meses de janeiro e novembro.
 
Conforme o conselho, além de Cuiabá, foram flagradas pessoas cometendo exercício ilegal da profissão em Várzea Grande, região metropolitana da capital, e em General Carneiro, Colniza, Nobres, Cáceres, Canarana e Diamantino.
 
Um dos casos de maior repercussão foi registrado em General Carneiro, a 449 km de Cuiabá, onde um idoso de 74 anos foi preso por policiais militares por atuar ilegalmente como dentista naquele município há aproximadamente 30 anos. A ação foi acompanhada pela fiscalização do CRO-MT e ocorreu em janeiro deste ano.
 
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, identificado como Ailton Martins, tinha um consultório na própria casa, onde foram encontrados materiais e equipamentos usados para o trabalho odontológico e até dentes extraídos de pacientes.
 
Balanço
 
Ao todo, o conselho realizou 1.540 ações de fiscalização em 24 municípios mato-grossenses, que resultaram em 1.343 atualizações de cadastros, 143 notificações referentes a irregularidades encontradas, 46 despachos (encaminhamento ao setor jurídico para medidas cabíveis) e os flagrantes de falsos dentistas em atuação.
 
Neste período, além das fiscalizações por conta própria, o CRO-MT recebeu 216 denúncias, sendo 100 foram por publicidade irregular (tipo comparação entre antes e depois), 40 por publicidade irregular (sorteio e brindes), nove por negligência no tratamento, quatro por abandono do tratamento, três profissionais sem registro profissional (exercício irregular da profissão) e dois por publicidade irregular em rádio e TV.
 
Também houve denúncia de anúncio em sites de compras, profissional atuando sem especialização, falsificação de diploma, cartão sem o número do CRO-MT e publicação de gratuidade no tratamento, além de 48 casos de reclamações trabalhistas. (G1)




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