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Várzea Grande(MT), Sexta-Feira, 22 de Outubro de 2021 - 02:53
24/09/2021 as 06:16:38 | Por Elzis Carvalho | 227
CPI da Renúncia Fiscal ouve hoje (24), às 10 horas, o produtor rural Antônio Galvan
A oitiva estava marcada para segunda-feira (27), às 14 horas, mas foi antecipada em função de agenda de Galvan fora do estado, nas próximas duas semanas
Fotografo: JLSiqueira/ALMT
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Renúncia e Sonegação Fiscal

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa realiza nesta sexta-feira (24), às 10 horas, a oitiva com o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Brasil (Aprosoja/Brasil), Antônio Galvan.   
 
Galvan era para ser ouvido na próxima segunda-feira (27), às 14 horas, na Assembleia Legislativa, mas de acordo com o presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), o depoimento foi antecipado em função de agenda do produtor rural fora do Estado de Mato Grosso.  
 
“A CPI resolveu antecipar o depoimento porque Galvan alegou que vai participar de um encontro nacional da Aprosoja e vai ficar duas semanas fora de Mato Grosso. Por isso, ele sugeriu que antecipássemos a oitiva para esta sexta-feira (24), às 10 horas”, explicou Santos.  
 
A vinda de Antônio Galvan foi sugerida pelo deputado Wilson Santos, na reunião remota da CPI do último dia 13 de setembro, mas a votação do requerimento foi adiada a pedido do relator da CPI do Agronegócio, deputado Valmir Moretto (Republicano). O documento que aprovou convocação de Galvan foi votado na reunião da comissão da última segunda-feira (20).     
 
De acordo com Santos, a CPI vai dar oportunidade para que Antônio Galvan explique a denúncia de uso de recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), quando foi presidente da Aprosoja Mato Grosso. A denúncia foi feita pelo próprio filho de Galvan por meio do aplicativo WhatsApp.       
 
“A CPI vai apurar se o Galvan fez malversação de recursos oriundos do Fethab, que é recurso público, de acordo com a Controladoria-Geral do Estado. A CPI quer ouvi-lo porque são quase R$ 500 milhões que passaram pela Aprosaja, desde a criação do Fethab em 2000”, disse Santos.
 
 
 
(ALMT, Elzis Carvalho)




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