Fotografo: Natally Acioli/G1
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Agência do Bradesco no Garcia, em Salvador

O Bradesco teve lucro líquido contábil de R$ 6,042 bilhões no segundo trimestre, 33,4% maior em comparação ao mesmo período de 2018 (R$ 4,528 bilhões) e 3,81% em relação ao 1º trimestre deste ano.
 
O segundo maior banco privado do país teve lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) de R$ 6,462 bilhões entre abril e junho - 25,2% maior em relação a 2018, beneficiado por aumento em receitas com prestação de serviços, maior margem financeira e menos despesas com provisões para perdas com inadimplência.
 
Já no 1º semestre, o lucro líquido contábil foi de R$ 11,862 bilhões - 31,87% maior em relação a mesmo período de 2018 (R$ 8,995 bilhões).
 
A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido do Bradesco atingiu 20,6% no segundo trimestre, nível mais alto dos últimos 16 trimestres, de acordo com material de divulgação do balanço.
 
O banco ainda apresentou crescimento de 8,7% na carteira de crédito expandida, para R$ 560,54 bilhões. A expansão veio do segmento de pessoas físicas, que subiu 14,8% em um ano, somando R$ 209,9 bilhões.
 
Já as despesas com provisões para perdas com inadimplência (PDD) somaram R$ 3,487 bilhões, queda de 0,1% em relação ao segundo trimestre de 2018.