Fotografo: Divulgação
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Ataques semelhantes já aconteceram em outras escolas do país

 
Outras escolas brasileiras já tiveram tragédias semelhantes.
 
Em setembro de 2018, um atirador de 15 anos feriu dois colegas em Medianeira, interior do Paraná. Ele está num centro de socioeducação. O adolescente comparsa está em liberdade.
 
Goiânia, outubro de 2017. Dois estudantes baleados morrem. O assassino tinha 14 anos e foi para um centro de socioeducação. Dos quatro feridos, uma menina ficou paraplégica.
 
Semanas antes, em Janaúba, no Norte de Minas, o vigia de uma creche jogou álcool e depois ateou fogo contra crianças. Matou dez, uma professora e duas funcionárias.
 
Em 2011, um ex-aluno de uma escola pública em Realengo, no Rio de Janeiro, usou duas armas para assassinar 12 adolescentes. Depois, se matou.
 
Outros casos se deram em ambientes diferentes. Em dezembro de 2018, na catedral de Campinas, em São Paulo, um homem abriu fogo contra fiéis e se matou. Cinco pessoas morreram.
 
Quase 20 anos atrás, um estudante de medicina metralhou espectadores dentro de um cinema em São Paulo. Três morreram. O assassino está em um hospital de custódia em Salvador.